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Sensse

em produção

E-commerce próprio, do catálogo ao back-office

Loja de bem-estar sexual em produção: catálogo, checkout Pix e cartão, frete por CEP, estoque reservado junto com a cobrança e um back-office que os donos tocam sozinhos.

SiteGitHub

O repositório público é o código de produção recortado para portfólio; as telas são mockups com dados fictícios e arte neutra no lugar do produto.

// o caso

problema
A loja vendia por WhatsApp, uma conversa por vez — consultar preço, calcular frete, mandar chave Pix, conferir se caiu, anotar o estoque num caderno. Isso limita as vendas ao número de mensagens que uma pessoa consegue responder, e não deixa histórico do que sai nem de onde vem quem compra.
solução
Uma loja completa construída do zero em Next.js com Postgres próprio: catálogo com variações e estoque, busca, favoritos, carrinho, checkout com Pix (QR que expira) e cartão, frete por CEP com entrega no mesmo dia na região, área do cliente, blog editorial com painel de publicação, e um back-office que cobre pedidos, estoque com custo e validade, financeiro, cupons de influenciador e recuperação de carrinho.
impacto
Em produção em sensse.com.br, atendendo Belém, Ananindeua e Marituba com entrega no mesmo dia e o resto do Brasil pelos Correios. A operação inteira — produtos, estoque, despacho, financeiro e conteúdo — é tocada pelos donos no painel, sem desenvolvedor no meio.

// meu papel

Produto, arquitetura, front-end, back-end, banco de dados e deploy — sozinho. Incluindo o esquema e as políticas de RLS, as integrações de pagamento e transportadora, o back-office, e a operação do deploy.

// visão geral

A Sensse atende Belém e região com entrega no mesmo dia, e o resto do Brasil pelos Correios. Foi construída sem plataforma de e-commerce por dois motivos que são o mesmo motivo: a categoria é restrita na maior parte dos canais de anúncio pago e em parte dos gateways, então o tráfego precisa vir de busca e conteúdo — e a discrição do cliente é requisito de engenharia, não preferência. Uma solução de prateleira decide sozinha o que sai para ferramentas de terceiros, e aqui isso não podia ser decisão dela.

O resultado é uma aplicação Next.js única — loja, rotas de API e back-office no mesmo deploy — sobre Postgres com row-level security. Ela cobre o ciclo inteiro: o cliente encontra o produto, paga no Pix ou no cartão, o estoque é reservado enquanto a cobrança vive e baixado quando o pagamento confirma; o dono acompanha, despacha, lança custo e publica conteúdo pelo painel. As decisões que valem a leitura não estão nas telas, e sim nas regras que as sustentam — onde o desconto é calculado, o que pode chegar ao Google, quanto tempo uma reserva de estoque sobrevive.

// notas de engenharia

// telas

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